A paixão pela marcha esportiva

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Neste vídeo, nosso especialista da modalidade, o francês Emmanuel Lassalle, explica como se tornou um grande campeão na marcha.

Este vídeo faz parte do capítulo de entrevistas, que fecha nosso programa de marcha esportiva.

Inspire-se por essa história e torne-se, você também, um praticante desta modalidade tão peculiar.

Tradução: Lettícia Leite

Quem colaborou
letticiabrl - Sikana
letticiabrl
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ESP-13-7-1

A PAIXÃO PELa marcha esportiva

UM ESPORTE INTRIGANTE

A paixão pela marcha esportiva veio da observação de outros atletas.

Eu queria entender o movimento.

Eu me perguntava: "Mas por que esse movimento tão exagerado?" Ele não me parecia natural!

Porque, como todo mundo, eu estava acostumado a andar, não estava acostumado a marchar.

Hoje, eu vejo que existe uma nuance, uma diferença real entre marchar e andar. Uma coisa é totalmente diferente da outra.

Como para todo mundo, aquilo me parecia engraçado, como ocorre quando vemos algo de diferente, que nos chama atenção.

Mas, ainda assim, eu queria saber do que se tratava. "Por que eles caminhavam daquela maneira e qual a vantagem daquilo?". Eu queria entender.

É um movimento frequentemente ridicularizado. Pra brincar, eu costumo dizer que temos um "rebolado" invejável.

PRIMEIRAS IMPRESSÕES

Eu me lembro bem das minhas primeiras impressões. Eu pensava que "aquilo poderia me fazer mal".

Eu me dei conta da existência de músculos que eu não conhecia. Como não estamos acostumados, ficamos bastante irritados no começo, pois temos pouca agilidade.

Ao longo dos anos vamos adquirindo essa agilidade.

Com o tempo, fui me sentindo mais à vontade e me dando conta de que eu poderia ser mais rápido, o que me proporcionou uma ótima sensação de plenitude.

Nós temos uma sensação de velocidade que não é nada parecida com aquela de um atleta de corrida. É incrível, pois temos a impressão de estarmos deslizando.

A PAIXÃO

Levei um tempo para ter essa sensação motora da rapidez de estar deslizando, voando... O que adquirimos também por meio da prática de exercícios técnicos.

O que de fato me fez ter vontade de continuar foi o sentimento de necessidade. Essa busca por plenitude. Se eu não a tinha, ela me fazia falta. E, quando eu não praticava a marcha, eu sentia falta.

O gesto de levantar de manhã e colocar o tênis pra sair.

Colocar meus calçados para me sentir vivo. Passar um tempo comigo mesmo.

Eu adoro caminhar pelo canal, pelo canal do leste também, ver se está tudo bem.

Pequenos momentos como este nos fazem ter vontade de voltar.

Isso me encantou como uma verdadeira paixão.

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