A mecânica das ondas

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Neste vídeo você vai aprender a ler as ondas: compreender sua mecânica, suas origens e características.

Este é o primeiro vídeo do programa de surf da Sikana, Neste capítulo, você vai aprender mais sobre os elementos básicos do surf.

A formação e a mecânica das ondas podem ser divididas em três partes: a transformação do aquecimento solar em ventos, a transmissão da energia do vento para o oceano — formando as ondas — , e a dispersão da energia da onda quando ela quebra na área costeira.

Trilha sonora: Easy Roller - Chill Study; The Road Less Traveled - Olive Musique; Skyline - Gentle Fire Studio; Brooklyn Bridge - Mattijs Muller.

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Bem vindo!

Quando pensamos no surf, pensamos naturalmente em ondas.

Sejam grandes, pequenas, curvas, cheias, ou dos mais vários tipos, as ondas estão no centro da prática do surf.

E de onde vem as ondas? Como elas se formam?

Neste vídeo, o primeiro do programa de surf da Sikana, você vai aprender a mecânica das ondas, suas origens e especificidades.

A formação das ondas é essencialmente a consequência de um fenômeno meteorológico, resultado da interação entre a energia solar e nosso planeta Terra.

Nesse contexto a formação e a mecânica das ondas podem ser divididas em três partes: a transformação do aquecimento solar em ventos, a transmissão da energia do vento para o oceano — formando as ondas — , e a dispersão da energia da onda quando ela quebra na área costeira.

Ao esquentar a Terra, a energia solar produz um aquecimento desigual no Equador em relação aos Pólos, gerando zonas com diferentes valores de temperatura e pressão atmosférica na superfície do planeta.

Dessa diferença nascem ventos e tempestades que conhecemos como 'depressões'.

Soprando com intensidade, duração e direção definidos, os ventos e as tempestades transferem sua energia para o oceano. A partir dali, ela se desloca na forma de ondas, como se você jogasse uma pedra num lago.

À medida que se propagam, as ondas vão se organizando em séries, de acordo com o seu tamanho e velocidade (as maiores e mais velozes avançam progressivamente em relação às demais).

Ao atingir uma profundidade média pouco maior que seu tamanho (geralmente ao adentrar a costa), a base da onda começa a perder velocidade à medida em que se choca com o solo.

A parte superior continua seu movimento até que sua crista perca a sustentação.

Nesse momento a onda quebra e libera aquela energia que estava acumulada desde a fase do aquecimento solar.

Dependendo do tipo e da inclinação do solo, ou leito do mar, a onda vai quebrar mais ou menos suavemente — o que vai definir se é possível surfar naquela região ou área da praia.

Ao observar uma série de ondas quebrando na costa você pode distinguir as diferentes partes da onda pelas quais você vai passar enquanto surfa: a ondulação, onde estão as ondas ainda com energia; a zona de arrebentação e o pico, onde as ondas quebram e se transformam em parede, crista e espuma; e, por fim, a zona de surf, onde se misturam a espuma das várias ondas que já quebraram.

Aprender a surfar é essencialmente aprender a ler o oceano e as ondas.

Passar um tempo observando, estudando e vivenciando as ondas na praia é o primeiro passo para entender o surf.

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