Escolher um spot

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Neste vídeo você vai aprender como fazer uma boa leitura de spot de surf tomando em conta vários fatores.

Este é o segundo vídeo do programa de surf da Sikana, Neste capítulo, você vai aprender mais sobre os elementos básicos do surf.

O surfista tem a sua disposição três ferramentas complementares para escolher o spot: observação indireta por meio de reports e previsões do tempo, observação direta ou vivência do pico.

Trilha sonora: Easy Roller - Chill Study; The Road Less Traveled - Olive Musique; Skyline - Gentle Fire Studio; Brooklyn Bridge - Mattijs Muller.

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A qualidade de uma sessão de surfe depende muito do spot e do pico escolhidos.

O formato do fundo, a direção das correntes e das ondas e a intensidade e direção do vento são fatores que influenciam a forma com que as ondas quebram num pico.

Neste vídeo você vai aprender como fazer uma boa leitura de spot tomando em conta todos os fatores.

O surfista tem a sua disposição três ferramentas complementares para fazer isso: observação indireta por meio de reports e previsões do tempo, observação direta ou vivência do spot.

Existem vários sites que disponibilizam diária e gratuitamente previsões meteorológicas para uso dos surfistas.

Um site de previsão muito usado é o da Windguru.

Em geral esses 'reports' detalham para cada spot ou local elementos como: o tamanho da ondulação, o período das ondas (uma média entre ondas sucessivas), a direção e a força da ondulação e do vento, a quantidade de chuva, o índice de iluminação do sol, etc.

A leitura desses elementos é uma base de informação útil para surfistas acostumados a um certo spot, mas ela pode ser pouco útil para surfistas novos na área.

Para evitar isso é fundamental que qualquer leitura de spot seja complementada por um 'spot check': uma observação direta no local.

Quem não conhece muito a área tem de ficar um bom tempo observando antes de cair na água.

Um elemento fundamental nessa observação são correntezas e valas.

As praias são constituídas pela alternância de bancos (de areia, coral ou pedra) e valas (canais).

Esse esquema é resultado do movimento que a água trazida pelas ondas exerce ao retornar ao oceano.

O repuxo das correntes nas valas é aproveitado pelos surfistas para entrar no mar, mas essas correntes de retorno devem ser evitadas pelos banhistas.

Ao chegar na praia, é importante você observar e tentar identificar as correntezas da área.

Um outro elemento que você pode observar é o vento.

O vento que vem da terra para o mar favorece a ondas mais bonitas, enquanto o vento do mar para a terra vai aplainar as ondas ou mesmo mexer na regularidade do mar.

Da mesma forma, ventos laterais vão criar ondas mais confusas e irregulares.

Cada praia possui uma combinação de fatores para criar ondas ruins, boas ou até perfeitos.

Por isso, além das observações diretas e indiretas, a experiência e a frequência em um spot são as ferramentas para identificar as situações de melhores ondas, ventos e correntezas.

Com esta experiência e o seu conhecimento você também pode adicionar outros elementos na análise, como por exemplo a estação do ano ou o tipo de maré.

Ao chegar na praia, se você não for acostumado com o spot, converse também com os guarda-vidas e outros surfistas presentes para que eles possam te orientar.

Se você tem um amigo que surfa bem, chega junto!

Senão, faça amizade com bons surfistas e fique por perto no pico.

E não se esqueça de adaptar a situação às suas habilidades!

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